O Simpósio Internacional de Escultura Bioma Pampa foi realizado entre os dias 1 e 25 de maio de 2026, no município de Bagé (RS), Brasil, por meio de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e o Instituto Yvy Maraey – Arte e Natureza, com curadoria de Maria Amélia Bulhões e Irineu Garcia.

Foi uma iniciativa dedicada ao encontro entre arte contemporânea, território e comunidade, tomando o Pampa como referência cultural, histórica e ambiental, que promoveu reflexões sobre a paisagem e a biodiversidade.

As obras foram desenvolvidas em espaço aberto à visitação, permitindo que moradores, estudantes, pesquisadores e visitantes acompanhassem de perto os processos de criação e execução dos trabalhos. Essa convivência direta com os artistas possibilitou o compartilhamento de experiências, saberes e práticas artísticas, aproximando a comunidade da produção contemporânea.

Participaram do primeiro simpósio os seguintes artistas: Juan Luis Dörr do Chile, Irineu Garcia do Brasil, Dolores Ortiz do México e Eloisa Ibarra do Uruguai, suas trajetórias e pesquisas contribuíram para ampliar o diálogo entre diferentes contextos culturais. Como parte das ações formativas do projeto foi realizada uma Oficina de Repertório Cultural, que promoveu encontros, palestras e debates sobre arte, cultura, território e produção contemporânea. Voltada a estudantes, artistas, professores e demais interessados, a atividade buscou estimular reflexões em torno do papel da arte na sociedade e sua relação com o contexto regional.

As esculturas produzidas foram implantadas no Centro Histórico Santa Tereza, passando a integrar o patrimônio cultural de Bagé, constituindo um conjunto de obras permanentes destinado ao usufruto público e à valorização dos espaços urbanos.